Todos os anos, estudantes dos campi de Nova York e Pasadena embarcam em uma jornada para o tropical Belize. Eles passam duas semanas explorando as variadas paisagens do país, abraçando sua cultura e aprendendo como proteger a vida marinha.
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Para começar a viagem, nossos alunos foram para o TREC – Centro de Pesquisa e Educação Tropical, em San Pedro, Belize, para estudar a conservação dos recifes de coral e da vida marinha. Lá, os alunos exploraram áreas marinhas protegidas dedicadas à preservação da biodiversidade com uma política de "não tocar, não levar". Isso significa que os turistas não podem pegar conchas e os moradores locais não podem pescar. Para entender melhor a área, os alunos tiveram a oportunidade de ver os ecossistemas de perto através de mergulho com snorkel e aprenderam a identificar diferentes espécies de corais e peixes. Com essa nova habilidade, os alunos podem observar o delicado equilíbrio entre esses organismos marinhos que chamam o recife de lar.
Esta viagem proporcionou aos alunos muitas
Antes de explorar os recifes de coral, nosso grupo foi até as florestas tropicais, onde participou de atividades de ecoturismo que impactaram diretamente a conservação dos parques naturais de Belize. Por meio de tirolesa, canoagem e bóia-cross em ecossistemas de cavernas, nossos estudantes geraram renda que contribuiria diretamente para a conservação da floresta tropical.
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Tradicionalmente, quando as pessoas pensam em conservação, elas pensam em proteger a natureza, a vida selvagem e os organismos vivos. No entanto, nossos alunos rapidamente aprenderam que isso também se aplica à proteção da cultura e da tradição.
Na segunda metade da viagem, o grupo seguiu para o lado oeste de Belize, para as montanhas. Lá, podiam encontrar os sítios arqueológicos de Xunantunich e Lamanai. Eles visitaram as ruínas maias e contaram com um guia para explicar em detalhes a cultura local. Por exemplo, as pessoas que vivem nesses sítios usam tudo ao seu redor como recursos naturais – como tirar “cola” diretamente das árvores!
Enquanto estavam lá, o grupo também visitou a Mayan Women Co Op, um grupo de mulheres cujo objetivo é preservar a cultura maia por meio de técnicas tradicionais de culinária, bordado e cerâmica. Os estudantes rapidamente compreenderam o valor de manter essas tradições e até criaram sua própria cerâmica e tortillas do zero.
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Esta viagem foi planejada em conjunto com a EF Educational Tours para garantir o equilíbrio perfeito entre aprendizado imersivo e atividades empolgantes. Nosso guia da EF, Herbert Eagan, nos deixou um pouco de sabedoria para encerrar a viagem: “Se você está no exterior e parece que está em casa, você não viajou de verdade.” Herbert nos lembrou que, ao tentar vivenciar a cultura de outro país, é importante se integrar àquela região por meio das pessoas, da comida, do idioma e da tradição. Não há problema em sair da sua zona de conforto e experimentar algo novo. Você pode acabar se apaixonando por um novo lugar e desenvolvendo uma nova admiração pelas pessoas que vivem lá.
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